Querida,

quinta-feira, junho 16, 2011




Venho por essa carta dizer-lhe algo que não posso mais esconder. Ontem me veio uma forte vontade, e não consegui evitá-la. Vontade de quê? Vontade de desistir de você, vontade de te esquecer. E, pensando bem, é a melhor alternativa. Por que?
   Pensei que em você acharia liberdade. Liberdade de gritar aos quatro cantos da terra o que sinto, liberdade pra mostrar o que sinto, liberdade pra sentir. Mas percebia a cada manhã, que quando acordava, me vinha a prisão de pensar em ti, como uma prisão perpétua, eterna, da qual eu quero me libertar. 
   Deixei uma brecha para a razão entrar nos meus pensamentos, e ela se aproveitou de mim. Me fez ver toda a verdade, limpou e abriu os meu olhos, e me mostrou que: seus olhos não me dizem nada, seu sorriso não passa nada de verdadeiro, sua beleza é superfícial, e que, definitivamente, Eu não te amo. Gostar de você não era pra mim mais do que um vício, que aumentava a cada dia, mas que agora consegui me libertar dela.

Só te peço uma coisa: Por favor, indepedente de quando receber essa carta, só a leia no dia 1º de Abril, para que você saiba que tudo que foi escrito acima não passe de uma mentira.

Atenciosamente,
Reuel Jonathan

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Atenção pirralhada Criançada!

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